EESC da USP sediou evento sobre tratamento de água para consumo humano
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EESC da USP sediou evento sobre tratamento de água para consumo humano

Tecnologia, eficiência, baixo custo e sustentabilidade foram temas de evento sobre tratamento de água.

O acesso à água tratada e própria para consumo é um direito humano básico, pois é uma necessidade humana básica. Isso é óbvio. Mas apesar de inequívoco, sabemos que o real acesso à água pelas pessoas não é evidente e tampouco básico. Nem dentro do Brasil, nem ao redor do mundo.

Segundo o SAFEWATER, centro de estudo transdisciplinar que trabalha para promover a distribuição de água limpa em regiões subdesenvolvidas ao redor do mundo, hoje, 1,8 bilhões de pessoas não têm acesso a esse direito.

A existência do problema mobiliza, por exemplo, a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. Ela, faz parte do time da SAFEWATER e sediou o encontro “Low cost Technologies for safe drinking water in developing regions (SAFEWATER)” no início de setembro.

Sobre o evento

O evento contou com workshops, treinamentos em Enterprise & Innovation, Global Networks and Water Management e Microbiology Training: Concepts and Detection Techniques, SafeWater Capacity Building, além de visita técnica à Escola da Floresta (Sítio São João) junto com os profissionais da Embrapa.

Além disso, ele integrou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável pretendido pela SAFEWATER, assim definidos como:

  • Desenvolver tecnologias que ajudem a reduzir a incidência de doenças transmitidas pela água;
  • Fornecer água potável com o objetivo de melhorar a qualidade de vida para as famílias;
  • Ajudar na redução da pressão de gênero e aumentar o desenvolvimento econômico nas zonas rurais;
  • Desenvolver uma forte rede de especialistas em tecnologias de baixo custo para água potável;
  • Ajudar com o progresso, em benefício dos mais pobres, nas regiões em desenvolvimento com base na exploração da economia social para tecnologias de tratamento de água de baixo custo;
  • Desenvolver um marco de referência de pesquisas transdisciplinares para enfrentar os desafios em regiões em desenvolvimento.

 

Precisamos ter em mente que, dentre esses 1,8 bilhão de pessoas sem água ao redor do mundo, cerca de 35 milhões são brasileiros. Isso torna evidente o quão central o tema do saneamento básico (que comentamos em outra postagem) é para o país.

 

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